sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Hai Kai IV



Sol, solstício solar que encanta,
Meu corpo na praia sente, 
Areia guardada no rêgo da bunda ardente.




domingo, 22 de dezembro de 2019

Hai Kai III


 Nudez que de todo se desfruta,
Na excitação que o pau endurece,
Na doce visão da mulher puta.





quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Hai Kai IV



Caralho ordenhado de um de puro macho,
Esgotando as  gônadas de um safado,
Ouço gemidos de exaustão, de porra um riacho.





segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Hai Kai II



Na  boca que chupa, ávida de porra,
Penetra o pau duro entumecido,
Que goza no fim sobre o corpo da cachorra.



quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Hai Kai I






Na buceta, úmida, tremor,
Em todo o corpo o sabor
Da foda safada precedendo o torpor.


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Reflexão poética I



Na buceta melada sinto tua presença e teu desejo,
Teu caralho duro e possante que dentro de mim pulsa,
Porra que transborda do meu corpo como despejo,
Melada e pegajosa, densa a pica de um cavalo expulsa,
Beberei dela ao final desta foda safada, e sem gargarejo
Mijarei junto a voce em um mar de espumas e bunda convulsa.




quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Poema vulgar V



Demora-te sobre meu corpo, puto,
E antes de me foder, demora, bem vulgar,
Antes de me esporrar, aguarde resoluto,
Percorre-me macho e violento, bem devagar.

Cresce em teu vigor com teu pau duro e  guarde,
Seu esperma, quando o  prendo na buceta como cadela,
Esse caralho duro e venoso, cobra pulsante,
Com o qual rogo-te, canalha, que me fodas sem cautela,

Como todos os machos de toda a Terra,
Me faça voluptuosa, vagabunda e eterna. 
Como poucas fêmeas na mesma guerra,
Torno-me puta e vadia e subalterna

 Em nossa dura e louca hora,
Com pau duro e buceta arreganhada
Que eu seja para ti a carne de Pandora,
E me possuas como puta de rua apanhada.




segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Poema vulgar IV





Entre as coxas te prendo e te sinto teso,
Serpente e aranha em insana e dura luta,
Vencedora serei sobre ti indefeso,
Prevalecerei sempre, pois sou a puta.

Golpes de instinto te sinto desferir, 
Obscena função que exerces com o caralho,
Fodedor submetido a me proferir
Palavras xulas que me tornam um frangalho.

Arma despudorada que absorvo na buceta,
Molhada, melíflua, safada e deslizante,
Grande gruta pegajosa, em forma de roseta,
Que recebe teu sêmen em mará vazante.

Vitoriosa bebo as sobras em teu pau duro,
Pulsante e expulsante de porra varonil,
Chupo, lambo, engulo em estado puro,
O fluído de teu pau como se fora de um funil.






terça-feira, 8 de outubro de 2019

Poema vulgar III



Todos quiseram assistir à formidável
Foda, que era minha estupenda quimera,
O maior tesão de uma grande pantera,
Minha amante, companheira inseparável.

Rolamos juntas na cama a nossa espera.
Mulheres putas que nesta vida vulnerável,
Esfregam-se. bucetas juntas, inevitável,
Precisando da outra, uma ser a fera.

Toma minha língua de ti tiro sarro,
Beijo sáfico quando teu corpo amarro,
A boca que te beija é a mesma que te almeja.

Se ainda não te dei todo prazer e toda foda,
Que mereces cadela doida que ma açoda,
Cospe junta nesta boca que te beija.

















quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Poema vulgar II



Uma buceta que se abre pedindo satisfações,
Molhada, úmida e tremulenta, causando tesões,
Solitária me masturbo, a ideia fixa em caralhos,
Que me penetram, excitam-me derrubam meus orgulhos,
Reduzem a trapos a minh' alma e existência,
Me fazem urrar e pedir mais, sem resistência,
Me transformam na puta que habita em mim,
Libertam essa cadela que quer prazer sem fim,
Que gosta de ser comida e comer igualmente,
Fêmea safada que só tem sacanagens em mente,
Que a si mesma não dá trégua nem sossego,
Incapaz de se deter enquanto leva um beijo grego,
Foda que a conduz ao orgasmo desejado,
Acabado em perfeição com squirt bem safado.