sábado, 16 de março de 2019

Chupada IV



Sinto tua língua doida por mim ordenada,
Em minha própria buceta ardente e úmida,
Penetra-me e me deixa feliz e condenada,
Ao gozo eterno, verdadeira razão de uma vida.

Entro em transe sereno mas alucinógeno,
Minha mente constrói louco cenário,
Plenos de caralhos e bucetas,obsceno,
Onde fluídos se espalham em meu imaginário.

Abro as coxas e te ofereço a buceta em frescor,
Mordente e astuciosa tua língua ela engole,
Grito palavrões, te chamo de meu amor.

Jorra de mim um squirt ensandecido,
Tudo molha em volta sem controle,
Quando gozo num gemido entorpecido.









sexta-feira, 8 de março de 2019

Chupada III




Minha língua ágil que lambe sua buceta,
Procura indômita e célere teu ponto de prazeres,
Acha, esperta, maleável e direta,
Te excita safada nesse eflúvio de lábios pulsantes.

Sinto entrando em teu corpo claudicante,
O gozo anunciado em tua mente impudente,
Penetro então a língua toda provocante,
Ouvindo excitada teu gemido indecente.

Acaricio teu cu relaxado a mim cedido,
Te coloco em um espeto sensual,
Frente e verso tenho teu corpo possuído.

Goza e flui em minha boca safada,
Teus líquidos desta foda infernal,
E derrama-a em mim aos gritos saciada.




sábado, 2 de março de 2019

Chupada II



Sentir na boca o caralho penetrante,
Que me leva a um estado d'alma triunfante,
Dona que sou do corpo de meu amante,
Mestra de seu espirito e de seu corpo ofegante.

Chupo com gosto esse pau despudorado,
Sinto na língua ele duro e excitado,
Engulo todo até o talo depilado,
Seguro firme o saco curto e esticado.

Quero porra em minha boca safada,
Esperma grosso, denso nessa mamada,
Bebo e sinto na garganta depravada,
As borbulhas de seu sêmen, quase uma mijada.

Me masturbo enquanto te chupo ofegante,
Gozo junto, mal respiro, fico arfante,
E explodo aos  gritos e sussurros claudicante,
Bucetando como puta, sem vergonha e triunfante.



sábado, 23 de fevereiro de 2019

Chupada I



São os caralhos retos que chupo duros,
Gostosos, venosos, bem entumecidos,
Que esporram em mim felizes e seguros,
Porra borbulhante de membros enlouquecidos.

Bebo como um elaborado espumante,
Sinto sua acidez serena na língua,
Escorrega delicada pela garganta arfante,
Sem engasgos lubrifica-a ambígua.

Escorre boca afora, regurgita o excesso,
Derramo entre sussurros, gritos e gemidos,
Tudo que na boca me enfias pocesso.

E satisfeitos com nossa putaria inicial,
Preliminar safada entre putos bem fodidos,
Beijamo-nos na boca em transe torrencial.







quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Dança IV


A dança não é movimento, gesto musical e súbito,
É concentração em um momento de graça natural,
Uma enrabada não é um simples ato em decúbito,
É a busca do domínio, do ato de posse primordial.

A dança paira no éter onde amaríamos ficar,
A enrabada pede solo firme, um chão conquistado,
Onde poderíamos, no entanto, procurar,
Uma foda pairando no ar, o prazer liberado por todo lado?

Onde nossos corpos possam ler e descrever,
Extraordinárias poses e alucinados passos
Em plenos atos de tresloucados de foder
Sem fugir a forma do sermos atores e devassos.

Quero gozar cromada e pairando no ar,
Com teu pau duro cravado em minha bunda,
Pas de deux delicado e brutal a partilhar,
Prazeres infernais em foda fecunda.





domingo, 3 de fevereiro de 2019

Dança III



Todos que foram vistos dançando eram insanos,
Pensavam aqueles que não escutavam a música,
Todos que foram vistos fodendo eram profanos,
Pensavam os que não sentiam do tesão a física.

Os fodedores se puseram a dançar
Os dançarinos começaram a foder
Música e tesão se fundiram em pleno ar
Pegações se tornaram jogos de poder.

Corpos se juntaram em poses estudadas
Toques de improviso se deram ao acaso
Excitações ocorreram transmutadas
Em bucetas e caralhos em extravaso.

Perdido o dia em que não se dançou uma só vez,
Perdida a noite em que não se fodeu outras tantas,
Um dia sem dança é um dia sem sol e sem altivez
A noite sem foda é tempo gasto como se fossemos plantas





segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Dança II



Foder parece mais uma luta que uma dança,
No entanto danço e luto pelo meu prazer,
Quando nua, me exibo em plena mudança,
Mulher burguesa, liberta de regras a obedecer.

Com a tanga te provoco e mostro tudo,
Irresistível para tua compreensão,
Macho feito e pronto para mim pauzudo,
Duro e rijo, venoso e varonil, um tesão.

Dança e foda se parecem, mas não as igualo,
Uma é feita de medida e disciplina,
A outra do imprevisto antes do regalo,
Orgasmo e ejaculada simultâneas, sem vaselina.

Desejado inesperado é o gozo jorrando como mijo,
De uma buceta pulsante em pleno descontrole
De macho e fêmea em coito em regozijo
Uivando seus amores em indecente chupa e engole.




quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Dança I


Quero mudar, quero dar,
Quando tudo em volta de tornar dança,
Quando foder for mais que transbordar,
Prazeres e gozos de esperança.

Quero uma pica para chupar,
Quando tudo em volta se tornar lembrança,
De prazeres e putarias sem par,
Das esporradas jorradas de um pau em lança.

Quero sentir no cu a tremulência,
Do instante em que a buceta mela,
Quando dela sair a gosma da existência,
O fluído louco de uma cadela.

Quero sentir preso em mim,
Teu corpo, tua pica a boca e tudo o mais,
Me levando alucinada enfim,
A um orgasmo, espasmódico demais.




sábado, 19 de janeiro de 2019

Masturba I


Amor que se autoaplica,
Sensação de prazer total,
Sem limite mesmo sem pica,
Masturbada gentil, mas mortal.

Gemidos e toques, coxas tensas,
Quadris se erguem autônomos,
Em descontrole corporal e ofensas,
Enquanto doidas, a nós mesmas fodemos.

Dois dedos em pulsante buceta,
Outra mão excitando na bunda,
Enlouqueço e grito indiscreta.

Gozo em squirt inesperado,
Em jorro forte e denso que me inunda, 
Todo o corpo trêmulo e destemperado.




terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Tempo III





Passam-se anos e o tempo conta,
Sente-se no corpo esse avanço,
Mas a buceta sempre está pronta,
Entre coxas que se fortalecem em balanço.

É a bunda que rebola apetitosa
Que se move também em metidas,
São meus gemidos de mulher fogosa,
Que te excitam a estocadas compelidas.


É o meu pé que te encanta soberano,
Quando, em êxtase, o chupas depravado,
Sentindo em tua boca o gosto insano,
Que dele emana como veneno já provado.



São meu dedos que te masturbam,
Hábeis e solertes instrumentos de tesão,
Pegam teu caralho e o arregaçam
Exponho tua glande a minha disposição.

E chupo teu pau como puta te xingando,
Te levo ao delírio, a loucas contorções,
Vejo feliz teu corpo ao meu comando,
Jorrar porra quase em loucas convulsões.