domingo, 17 de dezembro de 2017

Prosa poética V




Quero suas estocadas, quero metidas fatais,
Voluptuosa fêmea degenerada, sempre ninfa inveterada
Quero expressões cafagestes, ordens e xingamentos letais,
Peço e demando safadeza em minha buceta lubrificada.

Desconheço a decência e amo a indignidade,
Encontro em meu corpo tudo o que te proíbe a moral,
Descubro no teu, tudo o que censura uma integridade,
Avanço louca, comedora, em sensualidade sem igual.

Chupo, mamo, engulo ou cuspo, a porra de um caralho,
Nas linguadas mestra sou, inigualável boqueteira,
Abro as pregas de um cu como quem distribui um baralho.

Aranha venenosa, mordo o macho que me fecunda em torpor,
Cobra traiçoeira, me enrosco e aperto, safada e alcoviteira,
Esse pau que faço gozar como quem bebe uma dose de licor.



quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Prosa poética IV




Rainha louca, peço e demando toda uma gozada,
Pervertida amante de bucetas e de caralhos chupadora,
Sou fêmea degenerada, ninfômana tenaz e  inveterada,
Impenitente transadora, transito entre os sexos, gozadora.

Entre as coxas reside o meu embate, aranha peluda vulgar,
Em minhas teias enredo pintos duros, onde faço-os ejacular,
Cravo dedo no cu, dentes em lábios, violento e provoco sem parar,
Quero, surpresa fatal, controlar em descontrole, meu tesão saciar.

Sinto teu pau duro licensioso, pujante rijo, desejoso,
Quando abre minha bunda, encosta no mcu rabo,
Força a entrada pelas pregas, pulsando, libidinoso.

E enche-me o cu de porra, leite desejado e viscoso,
Enquanto grito como puta, choro e rio, pela boca babo,
E o chão que me sustenta desaparece quando gozo gostoso.



segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Prosa poética III




Vivo, secreta, para prazeres secretos que devo descobrir,
Nesta vida de puta, recôndita, que desejo ensandecida,
Erótica, desmedida, desejosa de pica, de ansiosa me abrir,
A prazeres, e tesões, ideia dentro de mim emudecida.


Voluptuosa e fêmea degenerada, transexual em meu foder,
Aceito-me tarada, sem limites burgueses religiosos em minha mente,
Amoral e insatisfeita, eterna pesquisadora do gozo e do prazer,
Tudo dou tudo concedo, tudo tomo e uso, trepo indecentemente.

Libertina descobridora de chupadas de buceta,
Provocantes de squirts, inauditas beberagens,
Líquido para a sede de quem morre de afliceta.

Porra e mijo se misturam, foda ruidosa em putaria completa,
Tudo se espalha e molha os corpos em sacanagens,
Que rolam, esfregando-se enquanto cada qual se locupleta.


sábado, 9 de dezembro de 2017

Prosa poética II



Penso em caralho duro e melado dentro de buceta vadia e molhada,
Penso em conjunções sem limites, penetrações e esfregações vagabundas,
Desejo beijos safados, chupadas até o talo, dedadas mútuas, muita gozada,
Práticas de foda, orgiásticas, de mentes torpes em transgressões ansiadas.

Da putaria necessitada quando me faço e transformo em animal sensual,
Licantropa hirsuta, de pelos arrepiados, uivando à lua e a um pau no infinito,
A boca aberta, língua fora pedindo um pau gososo que a adentre triunfal,
Pulsante e potente, ejaculando e matando tanto tesão de foda explícito.

Foda prosaica, sem preâmbulo e direta, submetendo plena e autoritária,
Impondo prazeres imediatos e infinitos, infernais obras de Mefisto,
Transformista e indecente, demônio fodedor de minh’alma solitária.

Junto sonho e devaneio quando em mim teu pau tesudo afunda,
Enche-me a buceta e dela se extravasam fluídos em imprevisto,
Escorrendo junto as coxas, enquanto peço mais na bunda.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Prosa poética I



Com desejo de foder, sem muita rima e sem muita métrica,
Apenas pela paixão do tesão e plena de impunidades,
Somente pelo prazer de minha mente egocentrica,
Por todos os pecados, desprezando quaisquer imunidades.

Me quero exposta e posta, à disposição de todas as taras,
Das perversões que habitam minh’alma, insana e libertina,
Que levam este meu corpo louco, clamando por varas,
A todas as putarias, às sacanagens de uma safada cabotina.

Louvo as dores que me infliges quando me rompes pregas,
Teço textos, sagradas elegias, em prosa puta e corriqueira,
Pensando em caralhos duros em bucetas úmidas e trêfegas.

Rasgo regras de decência, fodo os limites da moral burguesa,
Renego a dignidade, quero o gozo absurdo de louca punheteira,
Esfregações vagabundas, linguadas safadas e enrabadas de surpresa.


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Bunda

                                                                     François Boucher (1703 - 1770), França, Odalisque, 1745

Bunda que te quero solta, vadia e convidativa,
Perfeita no imaginário de todo macho que se preza,
Macia e relaxada ao contato de tua encoxada viva,
Em postura de fêmea, suplicante de teu pau destreza.

Bunda suada que te oferto com ardor e sem amor,
Sexo sáfico que quero e nada mais, louco anal,
Penetra meu cu sem piedade, safado, com ardor,
Faz-me ir às nuvens vadia, como doida em bacanal.

Alarga-me, rompe pregas, laceia-me e desbasta pelos,
Entra adentro com firmeza nesse túnel em floresta,
Frenética te prendo, contraio e relaxo entre flagelos.

E como puta velha rebolo gostosa em teu caralho
Te incito e exijo que meta todo ele nesta fresta,
E, puto que te sei, goze dentro, pingando como orvalho.


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Boca


                                                   Gustav Klimt (1862 - 1918). Áustria, O beijo, 1907.


A boca que a tua toma sem respeitos,
De língua te penetra repentina,
Sabores de salivas, misturam-se perfeitos,
Beijo sáfico, sacana, de fêmea libertina.

Lábios que se esfregam molhados e sensuais,
Se exibem para nós, macha e fêmea sideradas,
Por nosso afogo em corpos homossexuais,
Fartando uma a outra de carícias putas e safadas.

Macha te penetro, com meu caralho, dildo ou pinto,
Como quiseres chama-lo, ele te rompe e desorienta,
Buceta adentro, minha fêmea te tornas eu te sinto.

Te vejo frouxa, lânguida para mim tua amante,
Gemebunda, de luxúria traficante e sedenta,
Do vício que te imponho, de que gostas exuberante.


sábado, 18 de novembro de 2017

Buceta


                                                        Gustave Courbet(1819 - 1877) França. L'origine du monde. 1866.

Buceta por onde eu gozo, por onde entram em mim,
Dedos, línguas e caralhos, artífices de todo meu prazer,
Objetos de minhas putarias indecentes, loucas e sem fim,
Por onde saem meus fluídos, líquidos que te apraz beber.

Pelos que cultivo e que emolduram essa porta infernal,
Esse pântano sensual onde aprisiono pintos duros,
Que me penetram corpo adentro, puro vigor seminal,
Fazendo de mim objeto de uso, de teus desejos impuros.

Lábios que ornamentam essa gruta de desejos,
Camadas sutis da carne excitada que pede e deseja
Estocadas viris, acompanhadas de putos beijos.

Buceta por onde eu gozo, despejando em ti meu descontrole,
Que bebes deliciado como o puro sumo da cereja,
Que viceja em meu sexo, louco em plena hipérbole.



quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Delícias orientais. Shunga VII




Em Macha, pauzuda e comedora, me transformo,
Ajusto, firme e rijo, o pinto que te fode com malícia
Pronta para te meter, te excito e doida te transtorno,
Enquanto me lubrificas, cheia de tesão e delícia

Safadas e vagabas, há muito que, gostosas, nos fodemos,
Sem jamais nos saciarmos, desses putos afazeres,
Rainha prevaleço, te domino e assim nos entendemos,
Gozando sem amor, somente o melhor dos prazeres.

Em pé te tranco na parede, pressiono forte em tua coxa,
Abro tuas nádegas gostosas, passeio o pau no rego,
Beijo-te a nuca,mordo, te masturbo minha te sinto frouxa.

Sinto tua fraqueza, estás inteira  entregue em meu poder,
Hoje Reino sobre ti, possuo corpo e alma, sem chamego,
Pois, indecente, te levo ao inferno da luxúria ao te foder.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A new submissive



Here is my latest servant, a slut I have mastered through my qualities as special powers of majestic Queen.
Steph is the name of this male specimen who serves me fervently, devoting all the time he has to exalt me and praise me.
Steph is a polysexual, like his Domme, able to satisfy me in all my perversions and all my experiences of pleasure and lust. You deserve to serve me Steph; and always praise your Queen Mariangela.