quinta-feira, 23 de março de 2017

Artístico I



Poses, exibições, transfiguro-me na puta, 
Que em mim habita, vadia e canalha latente
Cadela ordinária secreta, discreta na labuta,
Num quarto de motel, prostituta indecente.

Sessão de sado ou putaria, tanto se me faz,
Cobro o que valho, cumpro o que prometo,
Ativa. passiva, montada, a todos satisfaz, 
Meu corpo tratado, cuidado, ágil quando meto.

Aprecia-me puto safado, cachorrão amigo,
Endurece, punheta, lança adiante esse caralho
Penetra as nuvens, sonha e viaja ao céu comigo .

Goza como menino imaturo, precoce e contente,
Esporra em mim, nas coxas, nos peitos, no assoalho,
Me deixa louca, rega-me toda, sua puta competente.



quarta-feira, 8 de março de 2017

Ambiguidade III







Um corpo preparado, ao prazer destinado,
Ofertado sem medo, disposto ao amor,
Pedindo putaria, ansiando desatinado,
Pela porra, por esperma, quente licor.

Caralho duro e venoso, lindo e pulsante,
Punhetado com força e extremo vigor,
Expele em jatos sobre um corpo arfante.
O leite másculo do alucinado cheio de odor.

E outro e mais outro e outro mais,
Bukkake infernal, delícia animal.
Pintos sucessivos esporrando demais.

Um corpo melado, ao prazer destinado,
Agora se contorce de prazer sem igual,
Enquanto o último pau o molha tarado.




terça-feira, 7 de março de 2017

Ambiguidade II



O que não daria para num dia perfeito,
Sentir no corpo um frêmito de prazer ao trepar,
Ser mais que fêmea, uma macha em foda no leito
E gozar, porra densa, como a que engulo ao chupar.

O que não daria para em noite quente amorosa,
Ter pau e buceta, tensos e tesos, os dois a pulsar
Praticar um sexo, sem nexo de forma raivosa,
De qualquer maneira, sem freios e peias,ejacular.

Presa que sou dos meus desejos insensatos
Ponho pinto, fora e dentro desta insana vagina
Masturbo-a com dedos ágeis em loucos atos.

Liberto em mim a macha potente linda e poderosa
O que não daria para ser agora tudo o que você imagina
Te pondo, ao meu desejo, no lugar que mereces gostosa.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Ambiguidade I



Sou clássica, romântica? Não sei o que sou.
Sou macha sou fêmea? Sei menos ainda.
Fodo, fodida; chupo, chupada eu dou.
Corpo gostoso, punhetas, putaria que não finda.

Visto o fetiche, aperto a cinta, ponho o caralho, 
Espada em riste, sinto o meu sangue nas veias,
Buceta que mela, escorre nas coxas, como orvalho,
Aranha mortal eu prendo, pico e mato, nas teias.

Mulher potente, sem limite nem padrão,
Enrabo um homem, dou pra mulher, inverto,
Gozo, animal, não dou e nem peço perdão.

Desfaleço nesse prazer safado e incerto, 
Sinto tontura, toco o cu com a mão,
Provoco esse esguicho e molho tudo por perto.








segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Exibicionismo V



Visões furtivas, olhares safados, indiscretos,
Basto-me, nada peço, me satisfaço,
Exibo-me, grandes momentos, secretos,
Gozo comigo, me locupleto e tudo faço.

Olho-me, refletida, imagem transversa,
Aprecio-me, gostosa, cada vez mais,
Curvo o corpo, mostro tudo sem conversa,
Me adoro, espelhos não mentem jamais.

Poso, fodo, faço escândalo e sou fodida,
Farto-me de gozo e tudo aprecio de soslaio,
Indecente e vagabunda, eis a razão de minha vida.

Sensual e taciturna, imperial e dominante
Não admito agora o macho, só um lacaio,
Sendo minha propriedade, submisso e suplicante.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Exibicionismo IV



Exibo meu corpo, magnífico, bem feito, despudorado
Sinto teu olhar, cobiça pura, vejo crescendo o teu pinto,
Volume que se destaca, ainda sob a calça, és um tarado,
Desejo que se adensa e rescende por teus poros, eu o sinto.

Rebolo na tua frente, autoritária, com um olhar te disciplino,
Te ponho no lugar, macho que se inflama, grande salafrário
Puto do caralho, quer meu cu, minha buceta, eu imagino
Pede, clama, implora por isso, mas eu te nego, ordinário

Te proíbo, canalha, que me fodas, nego teu deleite,
Me distancio, te afasto e te levo ao suplício,
Te permito apenas que me aprecies, quero só teu leite.

Quero teu esperma, denso, escorrendo perfeito,
Te condeno à punheta, te ponho louco no cio,
Nego que me adentres, te limito a um sonho bem feito.












segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Exibicionismo III



Submeto-me, imponha-me essa tua arte,
Shibari, a técnica servindo ao prazer e a dor,
Dessa loucura doce e violenta faço parte,
Nas cordas, tesa e tensa, fico ao seu dispor.

Imóvel me sinto punida, sem culpa ainda melhor,
Incompreensível é esse castigo que me aplica,
Mas que me excita,  e desmorona meu interior,
Pois vejo que te excita o meu suplício por tua pica.

Sinto todo o formigamento, deliciosa imobilidade,
Minha buceta se encharca, verte fluído viscoso,
Olho tua paixão e teu tesão, querendo tua saciedade.

Contempla-me tua serva sem exceções, 
Entregue à tua mente pervertida, macho perigoso,
Mas em ti confio, puto, abusa-me sem restrições.




quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Exibicionismo II



Fode-me, oferta despudorada, sensual de perdição;
Usa-me, pedido canalha de vagabunda sonhada.
Meta-me, ordem sem rodeios da fêmea em solidão,
Ansiosa, desejosa expondo a buceta arreganhada.

Quero seu caralho duro, grosso e venoso,
Brincando entre minhas coxas, antes, preliminar,
Excitante e pulsante, magnífico e saboroso,
Sinto o gosto, delicia babada ao te chupar.

Enfia tudo, mete forte vai ao fundo,
Enquanto te xingo, peço mais e me relaxo,
Como tua puta, meu safado vagabundo.

Acelera, esfrega, morde e lambe minha nuca,
Domina-me cachorrão, sente como me rebaixo,
Enquanto jorras tua porra densa, grossa como nunca.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Exibicionismo I


Fera insubmissa dentro de um corpo feminino,
Aquela que contém e sublima todas as taras,
A fêmea arrogante que o desafia desde menino,
Que vive em sua mente desde que respiras.

Colecionista insaciável de caralhos duros
Exibicionista contundente de seus atributos,
Mulher tratada, lavada, de impulsos puros,
Ninfomaníaca, louca e tarada para os putos.

Exibo os pelos da buceta e mostro os das axilas, 
Sinto-os eriçados ao saber que me olharás
Excito-me, masturbo-me para homens em filas.

Imagino-os de pau duro, tesos, punhetando,
Seus pulsos que se dobram e manipulam por trás,
A cabeça, grossa, que jorra porra me fitando.







quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Submissões radicais: asfixia exrema.





Peço e anseio pelas dores, sempre mais quero ter,
Perco o rumo, louca e insana me desnorteio,
Absoluta e impenitente, cadela buscando prazer,
Sinto e gozo quando me penetram, bem no meio.

Peço e suplico pelo maltrato, radical, quero gemer,
Dar o corpo, não amor, ter tesão e não conforto,
Quero sentir tudo, pecados e putarias de doer,
Ser tocada, fodida e judiada, como puta de porto.

Peço e suplico pelo limite, me tirem o ar que respiro,
Quero gozar animal, a um só tempo tesa e frouxa
Jorrar pela buceta, gritar tudo num só suspiro.

Peço e suplico pelo máximo, o gozo feroz e final,
Quero a forca, a loucura, escorrer tudo na coxa,
Enquanto desmaio na corda, urro, som gutural.