sexta-feira, 23 de junho de 2017

Inspirações I


                                                                                                                                               Louis Anquetin. França. (1861 - 1932).
 Imagem, imaginária, sinto minha essa identidade,
Percebo outro tempo, meu corpo em outra dimensão,
Seios que sei-os eriçados, pelos em total impropriedade,
Buceta ansiosa, sinto-a molhada, tremulenta de tesão.

Miro-me, imaginista e solitária, plena de libido, desensofrida,
Olho meu corpo, direta e reflexa, espelhos e olhares, muitos toques,
Apalpo-me, deslizo-me entre dedos sobre pele de prazeres ressentida,
Masturbo-me, penso em outras bocas e bucetas em choques.

Abro as coxas, belisco meu mamilo, excito-o muito mais,
Meto um dedo, preciso, e delicio um grelo já protuberante,
Danço, rebolo me aprecio debochada, pecaminosa demais.

Cadela arfante, finalmente chego ao cio que sacio,
Imito-me como puta deslumbrante, excelsa e transbordante,
De belezas e fluídos de bucetas, fodidas em sacrifício. 


domingo, 18 de junho de 2017

Descontrole V


Ouso tudo, nada peço, tudo ordeno, de Rainha são meus deveres,
Não fodo pelos modelos, eu trepo, como e dou, eu, ninfa, crio.
Use o corpo acaricie-o, acredite, a vida nos dá poucos prazeres,
Se os que, roube-os, prenda-os dentro da buceta, qual cadela em cio.

Ouse, ouse tudo!m Seja na vida o que és, imoral e libertina, 
Sem princípios nem vergonha, apenas ceda às tentações, 
Coisa que existe por si, que arde no cú, como em transa matutina,
Sinta entre as coxas, na bunda e na boca todas essas sensações.

Ouse, ultrapasse, vá adiante no pecado, ame suas perdições. 
Chupe, engula um pau, sinta o prazer de deixar gozar,
Sinta n boca a porra dos caralhos em plenas abluções.

Ouse mais, escarre tudo, em plena agonia, um vigor único. 
Submeta quem te fode, domine-o, ensine-o a se sujeitar, 
E desfaleça vendo um pinto pulsante, ejaculado e lúbrico.










quarta-feira, 14 de junho de 2017

Descontrole IV



Elementaridade de um corpo belo e sacana,
Pensamentos puros e diretos, sempre putos,
Excito-me à minha simples visão profana,
Excito-me por mim, por meus excelsos atributos.

Convido ao prazer, para ti represento meretrizes,
Sei que te teso, sei que me desejas, sei que te perturbo,
Imagino teu corpo, avalio os transtornos felizes,
A que te conduzo gozosa, enquanto me masturbo.

Abro as coxas, tesudas e belas, dilato a buceta
Dedos ágeis me percorrem, que inflamam minh'alma
Da mão safada que descontrolada me penetra direta.

Requebro o corpo, contorço o torso e ergo os quadris.
Lanço acima este corpo que esguicha e que clama
Por prazeres infinitos, orgasmos sem fim, quase pueris.










domingo, 11 de junho de 2017

Descontrole III


Corpo que te quero louco, de desejo ímpio ensandecida,
Mente que te quero torpe, de ideias putas locupletada,
Ser que quero ser, completa, sexual e emputecida,
Sem rumo, sem lógica, apenas a buceta, delícia molhada.

Bunda que te quero bela, redonda, dura bem feita,
Coxas fortes, base segura da minha foda dominante,
Mamilos duros, tetas fartas para quem dela se aproveita,
Meu corpo louco que se move e te envolve fascinante.

Foda que te quero toda, inteira e sem mercê,
Completa, indecente e cruel, buceta, boca e bunda,
Tudo entrego, dou e mais peço, quero foder você.

Gozo que te quero forte, possessivo e divertido,
Escorre entre minhas pernas quando sua pica afunda,
Dentro de mim desatinada, nesse coito pervertido.






terça-feira, 6 de junho de 2017

Descontrole II


Sou triunfante Rainha, dona e senhora de todos os teus desejos,
Mãe de todos os pecados, redentora de vossos prazeres vis,
Possuo-vos todos, mentalmente, submissos em meus latejos,
Com a buceta vos excito, levo-os, felizes, a paraísos servis.

Domino-os, abuso-os, transformo-os no que sabem que são,
Putos safados, de pintos duros, meus animais vadios,
Que gozam em mim, para mim, entre minhas coxas, no vão,
Esporram gemendo ao meu comando, canalhas ímpios.

Ordeno que me excitem, sou ninfa, uma, duas, três vezes,
Esgoto vossas gônadas, sou narcisa, esvazio suas potências,
Levo-os ao seu limite, ultrapasso-o, um, dois três prazeres.

E gozo, junto aos cães que são, na fissura das ereções potentes,
Nas ejaculações vibrantes que lhes permito, prenhe de violências,
Vejo seus sêmens, brancos, leitosos, aos meus delírios subjacentes.



terça-feira, 30 de maio de 2017

Descontrole I




Tara viciosa, plena de potência total e invertida
Vida anormal, desejos secretos ímpios e impuros,
Pede a mulher versátil macha e fêmea na vida,
Que conhece e satisfaz todos os teus desejos obscuros.

Domino e prevaleço, insofismável uso o dildo impune,
Admiro-me, bela forte e máscula impenitente,
Coloco e penetro com o artefato, artifício que os corpos une,
Em gozo amplo, deísmo olímpico feroz e onipotente.

Enrabo, meto, como um cu, experiente e segura,
Aperto firme, com a mão ágil um belo caralho duro,
Punheto, rebolo como louca, gemendo em foda pura.

Excito (me) alucinógena nesse ato que te acostuma,
A mim se submeter, sentindo-se puto e seguro,
Gozando juntos, como feras, gemendo em mar de espuma.








quinta-feira, 25 de maio de 2017

Dança orgiástica IV - Imaginismo erótico.



Dança final orgiástica e puta, exibicionista e indecorosa, indecente
Rainha que me proclamo das putarias profanas, orgulho que sinto
Do prazer que pressinto, na buceta, da minha libertinagem incoveniente,
Quando devaneio, devassa e sacana, safada em busca de um duro pinto.

Ritmo de foda, vai vem cadência corporal, te excito, te chamo ao prazer,
Abro, exponho, tudo ao teu gosto suposto, te quero tenso, te desejo tesuda,
Que minha pós-imagem frenética, na tua retina absurda, se fixe ao me querer,
Que se dispa da roupa, da inibição fracativa e masturbe-se nú, desnuda.

Goza comigo puto, ejacule, molhe-se em mim cadela, gema e esguiche,
Excitem-se e esfreguem-se, locupletem-se comigo em mares de espumas,
Sonhos devassos, Nirvanas, paraísos, jovens lendas para nosso deleite e fetiche.

Dança final, mortal e sacrílega, gozo mortal, devaneio e desmaio fatal,
A boca entreaberta, o som gutural, feliz palavrão que brota das brumas,
Da alma indecente, agora imortal que transfere ao mundo todo seu ser imoral.








segunda-feira, 22 de maio de 2017

Dança orgiástica III - Imaginismo erótico.


Meu corpo que dança, tremula, voluptuoso e sensual: sinto-me onírica.
Sinto-o, pleno e circunstante, excitado, tetas ao ar, tudo ao vento,
Coxas firmes, moldadas para o prazer, abro e rebolo minha bunda única,
Excitar machos, usar as fêmeas, me amo, adoradora do sexo, tudo tento.

Revelo-me em poses, flagrantes, mostro-me a meu puto delicio minha puta,
Exponho tudo à sua adoração, arranho e apalpo minha pela, sinto-a hirsuta,
Meus pelos de animal sexual que se arrepiam, nas pernas, na buceta devoluta,
Meu gozo pederástico e indecente que me faz, canalha, dominante absoluta.

Danço; cândida e enlouquecida a um só tempo, ativa, vadia e prepotente,
Gozo emputecida e deliciada por mim mesma, embrutecida e sádica.
Desfaleço, enfio dedos e me masturbo, molho-me, égua, impunemente.

Danço como quem por fim falece, terrível e louca masoquista do prazer
Gozo, ninfômana tarada alucinada que atinge o clímax de cadela impudica,
E morro gemendo, em meio a essa agonia prazerosa do sexo sempre a fazer.






quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dança orgiástica II. Imaginimsmo erótico



Um corpo que se move, partes que se coordenam em danças orgásticas,
Sensibilidades nas coxas que se abrem, da pele emana um suave odor,
Excita-me sentir as tetas soltas, revolutas, rebeldes e não estáticas,
Tesão incontido quando a tanga entra no rego, roça e excita pelos ao redor.

Extensões premeditadas, exibições cínicas, clínicas, sem pudor,
Fluido que escorre entre as pernas, redundância de gozo e prazer,
Buceta que nego à vista, mas exibo, imaginada, através do suor
Frenesi em quem assiste, posições indecentes que este corpo sabe fazer.

Braços ao ar, axilas ao luar, bunda ao vento, sensualidade invento,
Rebolo como vadia, concepção sadia, da bailarina que a puta ensina,
Aponto ao céu, localizo nele você meu réu, condenado por mim ao tormento.

Domino você na ambiguidade, no paradoxo dos tempos que controlo,
Sou tua dona, mesmo fodida, pois te comando todo o tempo, é tua sina,
Aprecia-me louco punheteiro, revela-te para mim meu submisso tolo.





quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dança orgiástica I - Imaginismo erótico



Dança orgiástica, despudorada, sacana, pura demência,
Exibicionismo barato e puto, canalha, minha afinidade,
Eis minha sina, preferência louca e voraz pelo indecência,
Escolha, não burguesa, opção segura pela indignidade.

Fodo e transo, atendo sua demanda, ouço seu pedido,
Faço sua vontade, faça a minha, esfrega sutil e persistente,
Esse caralho duro, venoso e eloquente, quero meu cu fodido,
Resfolega atrás, trepa em mim, abusado sensual e prepotente.

Escondo a buceta, danço e vejo em ti o riso, a boca aberta,
Tua língua informe que safada me percorre, lambe-me o pescoço,
Enquanto crava-me e soca, estocada mortal, na bunda descoberta.

Me prensa na parede, fodedor imaginista, me leva ao abismo,
Dissolvido em trevas, o cheiro de sexo emerge como de um poço,
Caminho inverso, gozo para cima, esguicho plena de erotismo.