quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Poema vulgar V



Demora-te sobre meu corpo, puto,
E antes de me foder, demora, bem vulgar,
Antes de me esporrar, aguarde resoluto,
Percorre-me macho e violento, bem devagar.

Cresce em teu vigor com teu pau duro e  guarde,
Seu esperma, quando o  prendo na buceta como cadela,
Esse caralho duro e venoso, cobra pulsante,
Com o qual rogo-te, canalha, que me fodas sem cautela,

Como todos os machos de toda a Terra,
Me faça voluptuosa, vagabunda e eterna. 
Como poucas fêmeas na mesma guerra,
Torno-me puta e vadia e subalterna

 Em nossa dura e louca hora,
Com pau duro e buceta arreganhada
Que eu seja para ti a carne de Pandora,
E me possuas como puta de rua apanhada.




segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Poema vulgar IV





Entre as coxas te prendo e te sinto teso,
Serpente e aranha em insana e dura luta,
Vencedora serei sobre ti indefeso,
Prevalecerei sempre, pois sou a puta.

Golpes de instinto te sinto desferir, 
Obscena função que exerces com o caralho,
Fodedor submetido a me proferir
Palavras xulas que me tornam um frangalho.

Arma despudorada que absorvo na buceta,
Molhada, melíflua, safada e deslizante,
Grande gruta pegajosa, em forma de roseta,
Que recebe teu sêmen em mará vazante.

Vitoriosa bebo as sobras em teu pau duro,
Pulsante e expulsante de porra varonil,
Chupo, lambo, engulo em estado puro,
O fluído de teu pau como se fora de um funil.






terça-feira, 8 de outubro de 2019

Poema vulgar III



Todos quiseram assistir à formidável
Foda, que era minha estupenda quimera,
O maior tesão de uma grande pantera,
Minha amante, companheira inseparável.

Rolamos juntas na cama a nossa espera.
Mulheres putas que nesta vida vulnerável,
Esfregam-se. bucetas juntas, inevitável,
Precisando da outra, uma ser a fera.

Toma minha língua de ti tiro sarro,
Beijo sáfico quando teu corpo amarro,
A boca que te beija é a mesma que te almeja.

Se ainda não te dei todo prazer e toda foda,
Que mereces cadela doida que ma açoda,
Cospe junta nesta boca que te beija.

















quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Poema vulgar II



Uma buceta que se abre pedindo satisfações,
Molhada, úmida e tremulenta, causando tesões,
Solitária me masturbo, a ideia fixa em caralhos,
Que me penetram, excitam-me derrubam meus orgulhos,
Reduzem a trapos a minh' alma e existência,
Me fazem urrar e pedir mais, sem resistência,
Me transformam na puta que habita em mim,
Libertam essa cadela que quer prazer sem fim,
Que gosta de ser comida e comer igualmente,
Fêmea safada que só tem sacanagens em mente,
Que a si mesma não dá trégua nem sossego,
Incapaz de se deter enquanto leva um beijo grego,
Foda que a conduz ao orgasmo desejado,
Acabado em perfeição com squirt bem safado.






quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Poema vulgar I


Sentindo em plena foda as delicias da pica e a buceta em ardor,
Bebo das ânforas do sexo os elixires preciosos, secretamente,
Essa porra e mais os fluidos safados de puro e carnal amor,
Magnífico coquetel de gozo e prazer, que inunda minha mente,
Que entra pela garganta, me provoca ânsia ansiada,
Me trazem delírios e tremores desejados em tresloucada punheta,
Enquanto a foda se desenvolve e esse caralho me penetra, insaciada
Duro e rijo, venoso e pulsante, dilata meu cu, permeia minha buceta,
Entra pela boca adentro como lança de guerreiro insaciável,
Quando penetra as carnes do inimigo e o domina, o submete
Dele abusa, qual samurai japonês que pratica um Shibari inexorável,
E submete o adversário aos seus desejos secretos quando nele mete,
Dedos cruéis, quando masturba loucamente sentado sobre mim.
Bate esse pau duro latejando e ejaculando em minha cara,
Inundando meu rosto de porra quente e pegajosa quase ao fim
Que engulo e regurgito pela boca, em estranha máscara,
Deixando-a  escorrer pela garganta, ouvindo as golfadas,
Entre os meus gritos e um palavrão indecente e estimulante,
Bradando todos os meus pedidos indecorosos de pancadas,
Os ruídos que esse esperma faz em minha goela agonizante,
Grudando nas paredes, enquanto esse caralho cabeçudo,
Penetra a minha boca, até as bolas, tornando-me servil, inebriante
Impondo-me um gozo e um prazer que que me dá e tira tudo.






terça-feira, 30 de julho de 2019

Foda III



Sinto o volume indecente de um caralho teso,
Essa pressão ansiada por qualquer fêmea,
Na bunda, safada encoxada com o corpo preso,
Delírio antecipatório de minha alma gêmea,
Que me aprisiona no sexo em seu trabalho,
Toma o meu corpo como objeto, sua posse,
Mete em mim os dedos, a língua e o caralho,
Me faz gozar, tantas vezes, como se puta fosse.
Sinto o volume indecente dentro de mim,
Vai e vem, entra e sai contínuo, ritmado,
Estocadas fortes, alternadas, foda sem fim,
Me levam ao nirvana sonhado, agora realizado.
Sinto a porra que me inunda violenta,
Por espasmos ejaculados sem controle,
Gozo junto e misturando, de tanto esperma sedenta,
Meus fluidos em minha buceta que teu pau engole.




quinta-feira, 13 de junho de 2019

Foda II






Belos ninfetos, paus pequenos, inexplorados,
Corpos imberbes, inseguros e serem educados,
Professora dos prazeres me proclamo indecorosa,
Safada me conheço, pois sou uma puta desejosa,
Fêmea delicada, presa fácil quando me convém,
Dominante autoritária quando quero também,
Sirvo a deuses indecentes, como o Príapo de pau duro
Que me excitam como Isis e Afrodite em seu tesão impuro,
Quando sento sobre um caralho e rebolo como puta,
Engolindo o membro duro em minha buceta resoluta,
Molhada e tremulenta, ardorosa peluda e pulsante,
Cheirando a sexo, acre, suada, mordeora triunfante.





terça-feira, 7 de maio de 2019

Foda I




Orgasmo final, pequena morte e tesão,
Minha buceta trêmula engole molhada,
Um caralho pulsante e duro em convulsão,
Pronto a inundá-la com sua porra ejaculada.

Fundo me toca a cabeça entumecida,
Desse membro ereto majestoso e insofismável,
Enquanto seus dedos me deixam entorpecida,
Com toques safados em meu cu irresponsável.

Rebolo e alteio quadris, como louca cascavel,
Enlaço a presa, macho devasso e possuído,
Conduzo-o submisso, a um só tempo e sem quartel,
Ao gozo e fúria de em um puto de decência destituído.

E grito como puta que se finge apaixonada,
Cadela vadia, sedutora, fatal e eficiente,
Cadela que tudo promete e pouco dá, ambicionada,
Ao macho que domina e explora impaciente.






sábado, 16 de março de 2019

Chupada IV



Sinto tua língua doida por mim ordenada,
Em minha própria buceta ardente e úmida,
Penetra-me e me deixa feliz e condenada,
Ao gozo eterno, verdadeira razão de uma vida.

Entro em transe sereno mas alucinógeno,
Minha mente constrói louco cenário,
Plenos de caralhos e bucetas,obsceno,
Onde fluídos se espalham em meu imaginário.

Abro as coxas e te ofereço a buceta em frescor,
Mordente e astuciosa tua língua ela engole,
Grito palavrões, te chamo de meu amor.

Jorra de mim um squirt ensandecido,
Tudo molha em volta sem controle,
Quando gozo num gemido entorpecido.









sexta-feira, 8 de março de 2019

Chupada III




Minha língua ágil que lambe sua buceta,
Procura indômita e célere teu ponto de prazeres,
Acha, esperta, maleável e direta,
Te excita safada nesse eflúvio de lábios pulsantes.

Sinto entrando em teu corpo claudicante,
O gozo anunciado em tua mente impudente,
Penetro então a língua toda provocante,
Ouvindo excitada teu gemido indecente.

Acaricio teu cu relaxado a mim cedido,
Te coloco em um espeto sensual,
Frente e verso tenho teu corpo possuído.

Goza e flui em minha boca safada,
Teus líquidos desta foda infernal,
E derrama-a em mim aos gritos saciada.