terça-feira, 15 de agosto de 2017

Inspirações XIX

                                                                                               Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.


Prazer intenso, tenso e pervertido, revolve entranhas,
Arrepia a pele, eriça pelos, causa frêmitos,
Sensações de perigos, limítrofes da vida, estranhas,
Submissões totais, gloriosas, dignas de mitos.

Curvem-se, putos do caralho, obedeçam sua Rainha assentida,
Lutem por ela e aceitem seu próprio e devasso sofrimento,
Ofereçam seus corpos másculos aos caprichos da sodomita,
Que vive em suas mentes obscuras, neste louco sentimento.

Sintam quando, alucinada de tesão, lhes causo a dor,
Pela qual sei que anseiam em plena consciência,
Peçam mais, exultem e gozem da buceta o meu furor.

Machuco e marco seus corpos belos e fortes, deliciosos,
Dos quais abuso, louca e onipotente, sem clemência, 
Enquanto gozamos juntos imersos em vicios, cios contagiosos.





sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Inspirações XVIII

                                                                                Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha. 

Salão dos pecados, lugar da foda e dos prazeres sem limite,
Matadouro das iniquidades, lugar do triunfo da maldade,
Te copio imagem transgressora, te adoto linda Afrodite,
Em teus véus de fluidez me exibo em total cumplicidade.

Leves sedas orientais que me tocam e arrepiam meus pelos,
Eriçam-me os mamilos e se molham meus pentelhos,
Sinto no cu tesão safado, quero nele delícias e flagelos,
Penetra-me, finca-me o caralho, derruba-me, me põe de joelhos.

Fode-me como rameira elegante do salão de minha mente,
Abusa-me e mete em minha boca teu cacete fulminante,
Mata-me de gozo, canalha, quero a morte finalmente.

E lambe emputecido a minha buceta meu safado,
Bebe liquefeito e licoroso o meu prazer culminante,
Enquanto desmaio enlouquecida por um prazer obcecado.




terça-feira, 8 de agosto de 2017

Inspirações XVII


                                                                        Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.


Furor uterino que pressinto em tua imagem
Ninfômana desejada, maníaca que desejo,
Vejo em ti toda a transgressão, um universo de sacanagem,
Nas tetas que ofereces. nas fodas que em ti farejo.

Vejo tua buceta, primorosa aranha aveludada,
A minha ofereço, em troca troca de prazeres,
Cola o velcro na minha, gruda bem apertada,
Esfregamo-nos juntas, em  putaria de quereres.

Sinto em mim teu calor e também tua umidade,
Retribuo com suores, cuspe e outros fluídos,
Vertendo-os e gemendo em total promiscuidade.

Rebaixo-me, safada, pois de ti necessito cadela,
Que comigo faz de tudo com todos os descuidos,
Gozando impune e solta, como puta de clientela.



domingo, 6 de agosto de 2017

Inspirações XVI

                                                                                                                  Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.

Imagem traiçoeira daquela que beija como assassina,
Te quero morrendo de gozo, sem ar, ambas resfolegantes,
Não temos forças que nos oponham, essa é nossa sina,
Sempre acordaremos em ruínas, gozadas e claudicantes.

Seduz-me com a boca, convido-te com a bunda,
Falta o chão aos nossos pés, te agarro, não corres,
Fascino-te com a buceta, me finalizas vagabunda,
Rolo e tombo com você, te domino, quase morres.

Chupo tua buceta, beijo tua boca, um homicídio,
Oral seminal, sexo secreto cultivado nos abismos,
Que saltamos em nossa cama em inusitado suicídio.

Voamos juntas fodendo em espaços siderais,
Gozamos, frenesis de ninfas, em exibicionismos,
Meladas e suadas, taradas em trepadas animais.



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Inspirações XV

                                                                                  Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França

De quatro empinada na cama te vejo pronta para dar,
Essa bunda encantada de fêmea, em pose que até eu cobiço,
Tesuda me faz, pois adoto tua postura, me pondo assim a posar,
Enquanto sinto ardores no cu, frescor na buceta e viro puta de cortiço.

Vem, filho da puta, logo comer minha bunda,
Experiente e gostosa eu sei como fazer,
Um homem bem possuído de pica bem fecunda,
Gozar dentro dela, estocar fundo e gemer.

Anal, um suposto e obscuro sexo complexo,
Mitificado, sonhado e imaginado difícil,
Mas sempre resolvido nas coxas em amplexo

Nada como um pau duro e simétrico, a pulsar,
Dentro de um reto flexível, peludo a dócil,
Que tudo engole, até o final, golfante ejacular.




terça-feira, 1 de agosto de 2017

Inspirações XIV


                                                                                 Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França.

Sentada de pernas abertas; o que sugeres safada?
Te vejo em imagem obscura, profana e obscena,
Oferecida e chupada pronta para uma trepada,
Emulando falsa inocência, perfil de falsa Alcmena.

Quero também insanas chupadas, de ponta linguada,
Desejo fodas fortes, violentas, duras e servis,
Quero sentir tremores, minha pelaria crispada
Quero ser fartada de tantas lambidas vis.

Quero sentar e gozar como louca dentro da sua boca,
Quero depois relaxada, gostosa e brejeira, te mijar,
Final gracioso, pouco solene para essa trepada barroca.

Mas quero gemer como cachorra e gritar ao mundo,
O que estás e me fazer, o que estás e me ensejar,
Pois todo prazer é possível, enquanto tua boca inundo.


Inspirações XIII

                                                                      Henry de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901). França.

Lânguida pareces em imagens matinais
Saciada de fodas imprudentes,
Estonteada por prazeres safados, seminais,
Diluviana em fluidos indecentes.

Te sinto ainda embucetada, trêmula e mordente,
Me sinto como tal, todo um corpo entorpecido,
Desperto da pequena morte de uma noite candente,
Repleta de prazeres de um pau duro merecido.

À espreita de soslaio, quero recomeçar,
Olho teu pinto armado, pulsante novamente,
Pego na mão punheto, vou chupar.

Lambo e chupo, engulo-o todo goela adentro
Penso apenas em vadias, tiro a decência da mente, 
Quero porra na minha boca, quero que acabe lá dentro.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Inspirações XII

                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Simulo tua imagem e sinto o frescor na buceta aberta,
Sinto o  sopro do arrepio no meu cu desperto,
Sinto o crispar dos pelos, revoltos em plena oferta
Não mais simulo, não consigo, me excito demais de rabo aberto.

Mexo o corpo como a cobra, sou o pecado rastejante e vil
Meneio quadris, sou puta viciante, vulgar e profunda
Soergo as coxas, olho lúbrica e convido à foda, safado ardil,
Quero em mim tua pica, dura e geométrica, bem na bunda.

Vou e venho, imito metida, trepada indecente e tentadora,
Desafio tua potência, faço pouco, debico e peço pica,
Olho para ti, faço, finalmente, a pose biscate, matadora.

Tudo te prometo, nada escondo nem sonego, tudo entregarei,
Vem me usa, putana, galinha, piranha e impudica,
Goza comigo, pois sou sempre Rainha e te farei meu rei.



sexta-feira, 28 de julho de 2017

Inspiraçoes XI

                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Oferenda tranquila, olho e busco em tua imagem perfeição,
Olha-me nos olhos, provocas-me e eu te imito e retribuo,
Mostra-me a buceta e te assimilo, correspondo com tesão,
Deito meu corpo a teu modo, me exibo, para teu gozo contribuo.

Sinto teus pentelhos enrolados e melados, tuas axilas suadas,
De foda e frenesi, teu cu antevejo cheio de ansiedade e tesão,
Tú e eu, bem fodidas, prontas, mas sempre putas e deliciadas
Para novas trepadas, conhecendo-se como cachorras de ocasião.

Imagino teu corpo lubricado, imprudente de pudores deslizantes
Penso em uma encoxada, quero sussurros em nossos ouvidos,
Quero linguadas e mordidas sacanas, peço dedadas estimulantes.

Proponho e creio que aceitas, masturbação mútua vulgar,
Reduzir nossa pretensão, sem perdão, nem vergonha, sem pruridos,
Àquilo que nos agrada, a arte de bem foder, ao delírio do gozar.





terça-feira, 25 de julho de 2017

Inspirações X

                                                                                            Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria

Entre flores te vejo, imagem cromodramática, sensual,
Entre cortinas me coloco, te imitando melodramática,
Enigmática, afrodisíaca, uma mulher, fodedora, sem igual,
Narcisista, égua raçada, traçada em precisão matemática.

Entre as cortinas me volteio, sentindo no corpo elegante,
Os sopros e caricias do vento, arrepiando meus pelos,
Eriçando meu mamilo, deixando-o duro e petulante,
Lambendo em seco a minha bunda, excitando até meus tornozelos.

Quero lá ser chupada em desvairada podolatria,
Quero nas cortinas ser enrolada em plena perversão
Enquanto tu, imagem, desfilas entre flores com mestria.

Quero gozar sem toques, quero sublimar minha foda,
Mata-me de desejo, excita-me deixa-me louca por tua visão,
Quero gozar imaginista, fora de mim, num universo em roda.


sábado, 22 de julho de 2017

Inspirações IX


                                                                                                         Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria

Visão da fêmea descansada, alheia a todo o entorno,
Supõe-se saciada, pois parece que muito fodeu,
E contempla agora ardilosa, nua sem qualquer adorno,
Sua vitima de pouco antes, a quem tudo concedeu.

Finjo também cansaço, à espreita de mais ação,
Quero mais uma trepada, saciar-me é difícil incumbência,
Exponho o corpo bem feito, seduzo por mais um tesão,
E vejo tua buceta latejando, bombando em louca premência.

Provoco e invoco pecados, chamo e clamo por prazeres,
Tudo dou, tudo peço, em louco troca troca de cachorra,
Sei que desejas tanto quanto eu, todos os falsos amores.

Te traço entre minhas pernas, te travo, conduzo a buceta,
A minha na tua, a tua na minha,  e nessa loucura da porra,
É hora de desfalecer, rola comigo safada, sacia tua afliceta.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Inspirações VIII


                                                                                                        Gustav Klimt (1862 - 1917). Áustria.

Visão metafórica da mulher traçada, delineada,
Sugerida dádiva de uma buceta safada e cabeluda,
Imagem trascendente de foda prometida e sublimada,
Um corpo nu que se contorce e pede uma pica cabeçuda.

Olho-me de coxas abertas, vadia e ofertada,
Sinto o tesão por mim mesma, qual feitiçaria,
Cheiro a sexo, gostosa, melada e molhada,
Se pudesse, loucura feliz, a mim mesma comeria.

Lamberia minhas virilhas largas e pentelhudas,
Chuparia meu grelo duro, de tesão virilizado,
Palmearia minhas bundas rechonchudas.

Tesouradas em mim mesma, bem fortes eu daria,
Esfregadas, meladas, metidas simuladas lado a lado,
Tu, imagem, comigo mesma gozando em confraria.


sábado, 15 de julho de 2017

Inspirações VII

                                                                                                                                               Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria

Masturbadora contumaz, especialista no prazer solitário,
Viciada em mim mesma, afrodisia e exibicionista,
Inspiro-me, absoluta, nesta imagem, quase um relicário
Em pose tão sugestiva, que tudo revela e deixa a vista.

Sinto os dedos ágeis que percorrem minha buceta,
Mergulho a procura do ponto justo, do local da ação,
Busco os prazeres que a mim proporciono, secreta,
Dispenso tudo mais, me basto sou dona de meu tesão.

Acelero, massagem clitoriana, putaria velha e eficaz,
Sinto-me próxima a mais uma gozada vigorosa,
A vista se me turva, olhos cerrados, prossigo tenaz.

Tremula, sinto o frêmito em minha bunda excitada,
Vem ó afliceta que se anuncia tao fugaz e poderosa,
Faz correr nas coxas o fluído de minha buceta pleiteada.  


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Inspirações VI

                                                                                                                                 Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria

Coxas e meias provocantes, imagino e me faço prostituta,
Pose e corpo estimulante, me vejo em pleno puteiro,
Cobro muito, sou cara, mas vale me foder, pois sou astuta,
Experiente em prazeres, ofertados sem segredos, por inteiro.

Chupo, lambo, sento sobre um pinto intumescido,
Deixo entrar, sinto o gozo de chapeleta a pulsar,
Controlo teu prazer em minhas coxas, apenas eu decido,
Quando vou te liberar, quando vou te lfazer gozar.

Aceita de mim o domínio bandalho e sem vergonha,
Sente sobre ti todo o peso, a força do meu poder,
Te seguro o gozo imediato e impeço a sua bronha.

Quero te ver ejacular e te permito gozar apenas fora,
Sente sobre ti todo o peso e o prazer do meu foder,
E esporra, puto do caralho, como se sentisse minha espora.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Inspirações V

                                                                                                                                              Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria
Vejo-me, aberta e disposta à transfixia do prazer
Minha buceta peluda, vejo-a clamante por deleite
Minhas coxas fortes, dominantes, desejam te prender
Encaixa em mim o caralho rijo, geométrico, aproveite.

Ergo a cintura, tudo facilito rebolo como puta,
Mais peço e mais recebo, introduz a pica adentro,
Sinto o pulsar, indecente descontrole, sem luta.
Alternado entre pau e buceta em louco circuncentro.

Mete despudorado, xinga e bate em minha cara,
Me sufoca, extingue em mim qualquer decência,
Conduz-me ao portal, leva-me ao limite de sua tara.

Fode-me alucinado, rende-te à minha bela imagem
Observa a inspiração que agora imito sem prudência,
E ejacula cão safado, destila em mim toda tua sacanagem.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Inspirações IV

                                                                                                                                              Egon Schiele (1890 - 1918). Áustria.

Exponho-me, exibo-me, provoco-te e ofereço, veja,
À tua sanha estas belas costas, safadas e sugestivas,
À tua vontade aquilo que todo puto tesudo almeja,
Esta bunda plena e imaginada em suas loucas narrativas.

Quase peço, mas afinal ordeno, autoritária Rainha,
Tua língua em lento e safado percurso vertical,
Aplicada no dorso, finalizando, afastada a calcinha,
No meu cu, depois de excitada toda a coluna vertebral.

Lanço aos céus palavrões, quero que me submeta,
Mais quero, mais dou, mais gozo e até esguicho,
Masturbo-me de entremeio, manejando a minha buceta.

Chupe meu rabo animal, meta dentro a tua língua,
Compraz-te com minha entrega, com meu capricho,
Usa-me filho da puta, enquanto desfaleço ambígua.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Inspirações III

                                                                                                                                  Louis Anquetin, França. (1961 - 1932)


Imagem relaxante, tépidas águas de um banho inocente,
Que mesmo tranquilas me excitam adentro ondulantes,
Na minha buceta pulsante, nas coxas e no cu complacente,
Que pedem entrada por todo o meu corpo postulantes.

Emulação da arte, gongórica aparição sedutora,
Sinto na pele o calor dissolvido em eflúvios,
Que brotam da baba de minha boca corruptora,
E se espalham por caralhos chupados e bravios.

Lavo-me a bailar, louca aventura imoral,
Toda a putaria que se fez e toda a que se fará,
Gozo ninfômana, sem cessar, linda e sensual.

Gemo ao olhar essa imagem de puro desejo,
Uivo ao imita-la, pois de mim ela tomará,
Toda seiva que de mim jorrará neste ensejo.



terça-feira, 27 de junho de 2017

Inspirações II


                                                                                                                                     Louis Anquetin, França (1861 - 1932)

Como ninfa me esgueiro entre flores perversas e displicentes,
De prazeres que antevejo nessas imagens insidiosas,
Desço as roupas, aprecio-me safada, seios que sinto latentes,
Quadris que bem conheço, que se juntam às coxas gostosas.

Olho essa postura, puta safada fazendo-se inocente,
Imito-a, contrafaço-a, mútua e total perdição,
Me excita vê-la, me agrada volve-la em mim indecente,
Incorporo-a toda em meu corpo, fulgurante de tesão.

Revelo parte, nunca jamais um corpo inteiro,
Mantenho algo em segredo, um mistério sagaz,
Provoco-te, pois sei do que gostas, punheteiro.

Te excito canalha, meu puto vadio e obsceno,
Quero teu pinto grande, venoso, duro e voraz,
Enquanto da minha buceta jorra meu gozo sereno.



sexta-feira, 23 de junho de 2017

Inspirações I


                                                                                                                                               Louis Anquetin. França. (1861 - 1932).
 Imagem, imaginária, sinto minha essa identidade,
Percebo outro tempo, meu corpo em outra dimensão,
Seios que sei-os eriçados, pelos em total impropriedade,
Buceta ansiosa, sinto-a molhada, tremulenta de tesão.

Miro-me, imaginista e solitária, plena de libido, desensofrida,
Olho meu corpo, direta e reflexa, espelhos e olhares, muitos toques,
Apalpo-me, deslizo-me entre dedos sobre pele de prazeres ressentida,
Masturbo-me, penso em outras bocas e bucetas em choques.

Abro as coxas, belisco meu mamilo, excito-o muito mais,
Meto um dedo, preciso, e delicio um grelo já protuberante,
Danço, rebolo me aprecio debochada, pecaminosa demais.

Cadela arfante, finalmente chego ao cio que sacio,
Imito-me como puta deslumbrante, excelsa e transbordante,
De belezas e fluídos de bucetas, fodidas em sacrifício. 


domingo, 18 de junho de 2017

Descontrole V


Ouso tudo, nada peço, tudo ordeno, de Rainha são meus deveres,
Não fodo pelos modelos, eu trepo, como e dou, eu, ninfa, crio.
Use o corpo acaricie-o, acredite, a vida nos dá poucos prazeres,
Se os que, roube-os, prenda-os dentro da buceta, qual cadela em cio.

Ouse, ouse tudo!m Seja na vida o que és, imoral e libertina, 
Sem princípios nem vergonha, apenas ceda às tentações, 
Coisa que existe por si, que arde no cú, como em transa matutina,
Sinta entre as coxas, na bunda e na boca todas essas sensações.

Ouse, ultrapasse, vá adiante no pecado, ame suas perdições. 
Chupe, engula um pau, sinta o prazer de deixar gozar,
Sinta n boca a porra dos caralhos em plenas abluções.

Ouse mais, escarre tudo, em plena agonia, um vigor único. 
Submeta quem te fode, domine-o, ensine-o a se sujeitar, 
E desfaleça vendo um pinto pulsante, ejaculado e lúbrico.