terça-feira, 17 de outubro de 2017

Delicias Imperiais XIV. Império do Oriente.



Cuidados corporais  da amante/gueixa que te inspira,
Perfumes delicados que se desvelam em alcova crepuscular
Juntam-se a odores de sexo e sacanagem da puta que transpira,
Daquela que te atrai, te usa, abusa e te faz, alucinado, ejacular.

Preparos sensoriais, toques de cremes, lúbricos, lubrificantes,
Libido a flor da pele, quero o toque de seu caralho duro,
Entre coxas semi abertas, antecipando pegações instigantes,
Que redundantes, me farão, fora de mim, gemer em estado puro.

Afago pernas, rebolo a bunda entre lençóis envolta,
Penso em nova foda, desejo teu corpo, no meu te sinto,
Oferto-me à tua saciedade, com minha buceta revolta.

Delirante final absoluto, preparo-me para logo gozar,
Sinto n’alma e na mente um tremor incerto e prescinto,
Aquilo que me enxarca a buceta, tudo o que me faz agoniar.



domingo, 15 de outubro de 2017

Разве русские обманывали меня?


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XIII. Império do Oriente.



Arte militar, milenar, transformista da sensualidade, erótica.
Corpo ofertado, submetido, disponível em plena consciência,
A qual busco perder, imobilizada, sentindo tua plenitude despótica,
À que me submeto sem remissão, desejosa de tua prepotência.

Amarras que sinto físicas outras mentais, afinal todas psíquicas,
Domínio fatal, maior não há, meu corpo todo a teu dispor,
Quero teu caralho, língua e dedos, castiga-me com taras oníricas,
Usa minha buceta, meu cu, esporra em mim, na boca sem amor.

Aperta as cordas no meu corpo, fere-me o físico e a mente animal,
Ferida ferirei a mim mesma, lançando a ti gemidos de gozo,
Como fera irracional te prenderei na buceta, meu recurso original.

Dominada te possuirei, submetida te dominarei, pois sabes como poucos,
Que sobre ti impero, que possuo teus sentidos, te controlo prazeroso,
Que sem te tocar farei teu pau ejacular como em festa de loucos.



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XII. Império do Oriente.



Ata-me e devora-me, castiga-me como ordinária cadela,
Contempla-me e excita-te, põe em mim o teu caralho quente,
Esfrega meu corpo no teu, em minha boca teu tesão se desvela,
Enquanto ao sofrer nas tuas mãos, assim penetro em tua mente.

Dominar-te através do desejo, liberar-me de tanto anseio,
Sentir meu corpo fora de mim, me ver como louca fodendo,
Com vontade de me comer, enquanto teu pau manuseio,
Sentindo nas coxas, em meus pelos, o frescor do gozo escorrendo.

Imobilizada por ti, para ti me contorço, não te desobedeço,
Para meu macho puto em narcisa me torno, viro ninfa indecente
Insatisfeita eterna serei, sei que queres e  assim permaneço.

Jorrando seguidamente, sem toques e sem contatos,
Com um corpo por si insolente, gemendo como loba dormente
Rosnando como mulher desperta, pronta para teus mau-tratos.




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Delícias Imperiais XI. Império do Oriente.



Tépidas águas que tocam o meu corpo tesudo e desejado,
Que sinto entrar entre as coxas molhando os meus pentelhos,
Essa umidade sestrosa que excita meu cu subordinado,
Penetra-me a buceta, molha minh’alma, desvela meus anseios.

Dedos ágeis que, pressurosos, sempre me acodem na ansiedade,
Necessários que são à inevitável arte do amor solitário,
Que vem da imaginação tardia, versando sobre uma foda sem piedade,
Putaria misantrópica, da monja masturbada com relicário.

É a vista que se embaça no leve vapor das águas, da foda ansiada,
Os olhos que se semicerram ao avanço da siririca potente e insolente,
A mente que se apodera do corpo excitado e age na pele arrepiada.

É o gozo que vem como onda de uma maré violenta,
Que soluça na buceta como em entardecer sombrio e indecente,
E sai dela afora, diluída e dissoluta, desta alma em tormenta.



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Delícias Imperiais X. Império do Oriente.



A tua espera um corpo que se cuida, uma fêmea que se põe a teu dispor,
Água fria que lava e limpa meu suor, prepara-me para foder,
Sinto no meu corpo, mamilos que endurecem, buceta em total frescor,
Imaginista indecorosa, sonho a acalento, sem amor, de gozo padecer.

Lavo, não perfumo, cheiro de rabo, excitado odor de cú, turbulento,
Movimento indecente, de corpo descontrolado, involuntário,
Resultado de desejos e tesões, livres da estúpida razão, violento,
Posições desconcertantes, imposição permissiva, ato libertário.

Coxas que se esfregam, mãos que percorrem um corpo preparado,
Que excitam partes ofertadas num tabernáculo onanista,
No santuário das punhetas, no altar das esporradas consagrado.

Eu me cuido, lavo e limpo e te ofereço filho de uma puta,
O prazer de outra vez me melar, de gososa me ter à sua vista,
E ejacular louco e insano comigo, tua fêmea e mulher bruta.



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Delícias Imperiais IX. Império do Oriente.




Como gueixa me preparo para a satisfação de nossas gônodas,
Para ejaculadas e esguichos infernais, putos e desavergonhados,
Para momentos em que, íntimo, esqueces quem fica em casa das bodas,
E vês naquela que não te ama, quem satisfaz teus vícios assanhados.

Rende e vende tua alma diante de meu corpo almejado,
Suplica àquela que imaginas possuir, tudo o que te nego,
Demanda meu corpo, bunda, boca e buceta, tudo desejado,
Mas nada concedido pela fêmea que te sou fatal quando te cego.

Ainda assim contempla-me, admira-me, sente em ti a vibração,
O sangue ululante que corre para teu pinto e o endurece,
O frenesi que transborda em tesão de tua alma em ebulição.

E mete essa pica, dura e pulsante, fode tua úmida amante,
Copula na que não te compreende e disso muito se envaidece,
Mas em quem, como o puto que és, te locupletas espumante.



sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VIII

                                     Jacques-Louis David (1748 - 1825). França. Retrato de Henriette de Verninac.


Imagem ambígua, da mulher em enigma, decifra-me e me devora,
Da burguesa que, amante secreta, na cama revela o que gosta,
Daquela que em penumbra perde a decência e pede sem demora,
Um pau duro a chupar, tapas na bunda, uma foda imposta.

Retrato falaz, enganadora e fatal, a mulher ideal é apenas pura ilusão,
Veste branco, virginal floreal, pálida e lúcida, esconde que é rara,
Pois ninfa, em pleno cio, sabe o que quer e precisa, sempre em tesão,
E sugestiva ela atrai olhos e mentes de machos e fêmeas, mostra sua tara.

Por dentro do branco repousa a pele excitada, os pelos da buceta,
Cabelos no rego e junto do cú, se mesclam fluídos e sudoreses,
Ela sabe chamar um corpo tesudo e, como ninguém, aplicar-lhe punheta.

Sabe também, como poucas, conduzir um pau duro nela infalível,
Que penetra triunfante seu corpo adentro, antítese de asceses,
Supremo instrumento de intenso prazer, pulsando imbatível.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VII

                                      Jean-Auguste Dominique Ingres (1780 - 1867). França. La Grande Odalisque.

Otomana imperial, cobiçada por habilidades corporais, fêmea secreta,
Submissa e dominante, como é frequente, é aquela que, poderosa,
Usa o homem a vontade e se diverte nas mulheres com prazer e indiscreta,
Odalisca sensual, de bunda majestosa, cadela de classe, de foda generosa.

Em jardins de aventuras indecentes, chupo e embuceto um caralho,
Ao som de muachachas indolentes, peço foda e prazer em falsa submissão,
Firmo coxas e pernas , rebolo ventre e quadris, sou a Rainha do serralho,
Atraio olhares, mentes e corpos, enredo todos nas teias de minha possessão.

Exibo meu corpo cuidado, minha pele porejante, de suores escorregadia,
Plena de fluídos me sinto, pois na  buceta pressinto que um gozo está por vir,
Libero tudo e sinto em pleno peito o arfar de teu foder, tua ânsia, tua ousadia,
Enquanto solto tudo em meu delírio, mijo, gemidos, gozando até sucumbir.

Sou a grande odalisca, aquela sonhada em desenhos, aquela exaltada em cores,
Olho para ti meu modelo e me masturbo solícita, solitária na conquista,
Sabendo que me pertences, que a mim te submetes, imaginando em tuas dores,
Que ao me comer me possuis, esporrando sobre mim, tua infiel anarquista.



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VI

                                                                                        Antonio Canova (1757 - 1822). Itália. Nayade.

Corpo em mármore modelado, projetado e perfeitamente imaginado,
Sou réplica ou modelo? Não sei. Sensual me vejo puta e me satisfaço.
Aprecio tuas formas, agrado-me das minhas, do escultor predestinado,
À minha beleza apreciar, e a sucumbir ao fascínio de meu corpaço.

Exibo-me em pose estática, fria como o mármore que me retrata,
Sinto o gozo que não sentes? Eu sei. Roço na cama buceta e mamilos,
Ergo a bunda e provoco, saio da frieza marmórea que te contem exata,
Transgrido tuas normas, ultrapasso teus sentidos perfeitos e tranqüilos.

Rebolo sobre mim mesma, exalto meu corpo e abuso de minha sedução,
Excito-me e te excito, bem sei, pois mesmo daqui, do outro lado antevejo,
Teu pau duro e cabeçudo, punhetado por mim livre e solto sem perdão,
Arregaçado e exposto, pedindo entrada em meu corpo, louco de desejo.

E agora que gozaste, imaginando em mim ejacular, meu puto louco e imoral,
Retorna ao teu pensar, ao teu mundo imperfeito no qual não me tens possuída,
Pois em artifício mágico e sorrateiro, sacana e indolente, típico de mulher fatal,
Em fotografia me transformo, como em teu mármore, perfeitamente concebida.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Delícias Imperiais V

                            Antonio Canova (1757 - 1822). Itália. Pauline Bonaparte como a Vênus Vencedora.

Imperial e leviana, secreta meretriz que, canalha, se aprecia,
Exibicionista e narcisista, meu próprio corpo é visão que me sacia.
Acaricio e aliso a pele alva, arrepio os meus poros no contrapelo,
Excito-me e me masturbo, potente, indômita em desmazelo.

Imperiosa e sedutora, rápida, em chupadora de pau eu me transvio,
Peço foda, me ofereço a baixo preço, mereço machos em meu desvio.
Da pose impávida e serena, clássica, em plena expressionista me vejo,
Delirando promíscua, em mares de porra e fluídos de desejo.

Assombrada e assombrosa me surpreendo, cheia de taras de piranha,
Sem temores, no entanto, prostituo um corpo belo, treinado na artimanha.
Tudo prometo, tudo dou, mas nada concedo, pois sou a mulher fatal,
Aquela que, secreta, nunca anônima, vive na tua mente, feroz e imoral.

Aprecia então meu puto, a minha insanidade neoclássica e imperial,
Empunha firme esse caralho duro e venoso, esfrega essa cabeça venial.
Punheta por mim, excita-te me vendo em pose imperial de fêmea fatídica,
Goza, ejacula e esporra, lança ao ar por mim, tua paixão louca e impudica.




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Delícias Imperiais IV

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.

Chupadas ancestrais, oralidade nascente, virtude indecente,
Busco tua língua com buceta ululante, úmida e ruidosa,
Procuro em minha tara o que se fez e o que se fará novamente,
Nesse contato antigo e canalha, coisa de puta indecorosa.

Da Roma antiga herdei essa mente de cadela voluptuosa,
De Césares degenerados sublimei o desejo descontrolado,
Experimento em ti a excitação crucial, vontade ímpia e imperiosa,
De verter em tua boca um esguicho vaginal e avassalado.

Rebolo a bunda em espaços e situações imaginistas,
Lanço a frente quadris descontrolados em meneios,
Estremeço e sinto as aflicetas que se aproximam narcisistas,

Uivo e xingo, clamo putarias e lanço ao ar como maldições,
Toda a fúria que me invade em todos os meus loucos anseios,
Quando inundo tua boca de prazeres pecados e perdições.






terça-feira, 12 de setembro de 2017

Delicias Imperiais III

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.

Orgia para teu gáudio, ao me ver assim fodida e despudorada,
A amante entrege e possuída por caralhos duros sem reticências,
Instrumentos trespassantes de minha buceta desarvorada,
Penetrantes de meu cu, violantes de minhas volúpias e decências.

Bacanais para teu contemplar de tua puta dominante,
Daquela que te possui pela subserviência consentida,
Que te domina pelo furor uterino próprio de ninfa alucinante,
Da cachorra sedenta de cio indecifrável e sem fim acometida.

Surubas para tua mente insana, para satisfazer a tara que te excede,
Que apenas tua Rainha incógnita conhece e desafia,
A tua amante secreta que tudo te promete e nada te concede.

Mas, que é aquela, única e mordaz, que te coloca, corno, no lugar,
Que conhece todos as teus vícios e pecados, tua secreta biografia,
A que te aplica em corpo e alma a dor que tanto almejas abrigar.




segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Delicias Imperiais II

Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.


Segredos de taras e de omissões, lides de traições,
Tesões de corno, oh! Eu amo e deliro quando te atormento.
Quando sinto tesões rebolando em caralhos sem restrições,
E em gozo infernal, imagino tua cara em pleno excitamento.

É assim que não te traio, é assim que te amo meu corno,
Gozando com garotos jovens, potentes e com furor,
Dominando-os com safadeza e recebendo infame suborno,
Mas contigo na mente a cada urro e gemido sem pudor

Agora vem e goza comigo, como sei que gostas e te agrada,
Lambe, sente cheiro de sexo e limpa minha buceta gozada,
Bebe o meu fluído vaginal, com a porra alheia misturada.

Beija depois a minha boca, mela nela a minha e a tua saliva,
Goza assim me beijando e punhetando que é como te agrada,
Faz uso desta tua puta, te humilhas ante ela, é sua prerrogativa.




sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Delicias Imperiais I

                                                     Monumens de la vie privée des XII Césars 1780. Pierre d’Hancarville(1719 – 1805), França.


Bacantes imoralidades, promessas de prazer,
Seduções e posses, submissão em si perfeita,
Desejos satisfeitos que a outros conduzem ao trazer,
Um delírio de ninfômana sempre astuta e insatisfeita.

Preliminares sem inocência, conscientes do pecado,
Pegações sem rubor, nem limites, pleno ardor,
Molhar buceta, caralho endurecer, livre e melecado,
Punhetar e chupar, como em Roma milenar, sem pudor.

Sinto a tua boca quando recebo esplendoroso na buceta,
Teu beijo sáfico e sacana, fruto safado de língua vadia,
Prazer onírico que me inebria e me arrepia até a teta.

Sinta a punheta precisa e experiente que te aplico,
Nesse pinto duro e desejado que excito com ousadia,
Controlando teu gozo de puto possuído, belo e bucólico.




segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Momento IV



Sentir no corpo o próprio ar, livre e rarefeito quase a sufocar,
Sentir na mente indômita e sacana, o perigo da surpresa,
Sentir na pele, em segredo, toda a ausência de teu olhar,
Sentir, no entanto, que aí estás, me pensando sem defesa.

Provocar instintos ocultos, aqueles que ignorais,
Causar em ti espantos com o que não ousas imaginar,
Mijar para ti como dádiva, entre segredos originais,
Sente de mim o cheiro que precede meu sexo a vaginar.

Derramo para ti meu fluído, exponho-me ao limite indigno,
Molho teu chão, olho teu olho, lanço em ti um feitiço,
Mijo de fêmea dissoluta, proximidade de animal maligno.

Esgoto toda a bexiga e te lanço um convite, uma incitação,
Vem safado e me chupa, bebe o que da buceta ainda pinga corrediço,
Me enlouqueça, me faça puta, gozar como tal em total satisfação.


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Momento III



A hora do gozo solitário, quiromania total em plena intimidade,
Algo de que padeço, indecorosa e complacente com meus pecados,
Louca de puro tesão, imaginosa pecadora em busca da saciedade,
Abusada e lasciva punheteira, auto-suficiente em prazeres conspurcados.

Dedos que se agilizam, se transformam em meus instrumentos rituais,
De tesões insuspeitados, de posições livres, em busca do gozo final,
De sonoridades inusitadas, dos ruídos de uma buceta molhada, guturais,
Das pressões num cu que engole e morde um dedo em pleno tesão fatal.

Alternância de excitações num corpo que me alucina, saio dele,
Me transtorno e me transformo, exilada de mim mesma,
Cadela agreste, uivante e fodedora, que a si mesma se compele.

Gozo tantas vezes que até a vista se me obscurece,
Arfo, gemo, perco o fôlego, amoleço como uma lesma,
E expilo por essa buceta peluda, todo esse ardor que me enfurece.


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Momento II



Nunca peço, ordeno, não mereço, eu tomo e exijo,
Pois dona sou de teu desejo, e como mestra compareço,
De teu corpo, de tua mente, de teu espírito e de teu pau rijo,
E sabes que de tesão e furor na buceta, desde cedo padeço.

Na tua boca sôfrega possuída e sedenta esparramo,
A fina flor dos fluídos que, indecente, produzo,
E quando excitada por tuas partes hábeis eu derramo,
Me transfigurando em puta e violenta, para teu uso.

É quando te provoco e xingo como gostas e mereces,
É o momento em que, alucinado, teu caralho incha,
E me adentra vitorioso, abala minhas pernas, meus alicerces.

É quando estremeço, grito e uivo sem pudor como cachorra,
Quando te peço, ululante e tarada, como égua que relincha,
Que me fodas e acabes comigo me inundando toda de porra.



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Momento I



Instantes que antecedem penetradas e estocadas mortais,
Provocações mútuas, elogios e xingamentos, estímulos.
Cessões em sessões insanas, poses e posturas radicais,
Gritos e gemidos, indecentes, misturam-se a palavrões xulos.

Rebolo para teu tesão a bunda que tanto cobiças,
Olho para ti, provocante, cachorra emputecida,
Vejo crescer e engrossar esse caralho duro que atiças,
Venoso e potente qua anseia por minha buceta homicida.

Certo que te quero dentro, verdade que te quero louco,
Te desejo sim canalha, morto por mim de tesão,
Tremulento e esporrando, vazando pouco a pouco.

Certo que te quero sim meu puto, sumbisso e possuído,
Derrotado por mim, esgotado arfante e sem perdão,
Gozando e ejaculando como macho insano e pervertido.





sábado, 19 de agosto de 2017

Inspirações XX. Gran Finale.

                                                                             Roberto Ferri, Itália, 1978.

Suprema felicidade, a visão beatifica do prazer,
Submissão voraz, a mim devida, Rainha insatisfeita,
Sempre indecorosa, puta e voluptuosa, sem temer,
Os sujos e indecentes atos sexuais que pratico perfeita.

Corpo teu, gostoso que possuo, para meu uso e abuso,
Dor a que te sujeito, tenaz, mas calculada e impiedosa,
O pé que sobre o teu corpo aplico duro como um fuso,
Que te machuca e fere, como gostas de mim, gloriosa.

Exerço sobre ti, como Rainha que sou o meu domínio,
Ponho a prova, debico e executo a força tua virilidade,
Maltrato-te, mas exerço sobre ti o meu fascínio.

Proíbo-te o ejacular, pau mole ordeno, não te deixo esporrar,
Mas, sabes que ai está, na verdade, a nossa insana cumplicidade,
E sabes que te permito o sofrimento e o gosto de me ver gozar.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Inspirações XIX

                                                                                               Franz von Stuck (1963 - 1928). Alemanha.


Prazer intenso, tenso e pervertido, revolve entranhas,
Arrepia a pele, eriça pelos, causa frêmitos,
Sensações de perigos, limítrofes da vida, estranhas,
Submissões totais, gloriosas, dignas de mitos.

Curvem-se, putos do caralho, obedeçam sua Rainha assentida,
Lutem por ela e aceitem seu próprio e devasso sofrimento,
Ofereçam seus corpos másculos aos caprichos da sodomita,
Que vive em suas mentes obscuras, neste louco sentimento.

Sintam quando, alucinada de tesão, lhes causo a dor,
Pela qual sei que anseiam em plena consciência,
Peçam mais, exultem e gozem da buceta o meu furor.

Machuco e marco seus corpos belos e fortes, deliciosos,
Dos quais abuso, louca e onipotente, sem clemência, 
Enquanto gozamos juntos imersos em vicios, cios contagiosos.