quinta-feira, 28 de maio de 2020

Reclusão III



Só, procuro a mim mesma
Me encontro em meus dedos
E gozo, absurda como louca lesma.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Reclusão II


Dona de mim
Abuso assim
Tarada por fim.

Reclusão I


Reclusa em plena recusa
Minha alma abusa
Meu próprio corpo me usa.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Hai Kai IV



Sol, solstício solar que encanta,
Meu corpo na praia sente, 
Areia guardada no rêgo da bunda ardente.




domingo, 22 de dezembro de 2019

Hai Kai III


 Nudez que de todo se desfruta,
Na excitação que o pau endurece,
Na doce visão da mulher puta.





quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Hai Kai IV



Caralho ordenhado de um de puro macho,
Esgotando as  gônadas de um safado,
Ouço gemidos de exaustão, de porra um riacho.





segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Hai Kai II



Na  boca que chupa, ávida de porra,
Penetra o pau duro entumecido,
Que goza no fim sobre o corpo da cachorra.



quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Hai Kai I






Na buceta, úmida, tremor,
Em todo o corpo o sabor
Da foda safada precedendo o torpor.


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Reflexão poética I



Na buceta melada sinto tua presença e teu desejo,
Teu caralho duro e possante que dentro de mim pulsa,
Porra que transborda do meu corpo como despejo,
Melada e pegajosa, densa a pica de um cavalo expulsa,
Beberei dela ao final desta foda safada, e sem gargarejo
Mijarei junto a voce em um mar de espumas e bunda convulsa.




quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Poema vulgar V



Demora-te sobre meu corpo, puto,
E antes de me foder, demora, bem vulgar,
Antes de me esporrar, aguarde resoluto,
Percorre-me macho e violento, bem devagar.

Cresce em teu vigor com teu pau duro e  guarde,
Seu esperma, quando o  prendo na buceta como cadela,
Esse caralho duro e venoso, cobra pulsante,
Com o qual rogo-te, canalha, que me fodas sem cautela,

Como todos os machos de toda a Terra,
Me faça voluptuosa, vagabunda e eterna. 
Como poucas fêmeas na mesma guerra,
Torno-me puta e vadia e subalterna

 Em nossa dura e louca hora,
Com pau duro e buceta arreganhada
Que eu seja para ti a carne de Pandora,
E me possuas como puta de rua apanhada.