sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Delícias Imperiais VIII

                                     Jacques-Louis David (1748 - 1825). França. Retrato de Henriette de Verninac.


Imagem ambígua, da mulher em enigma, decifra-me e me devora,
Da burguesa que, amante secreta, na cama revela o que gosta,
Daquela que em penumbra perde a decência e pede sem demora,
Um pau duro a chupar, tapas na bunda, uma foda imposta.

Retrato falaz, enganadora e fatal, a mulher ideal é apenas pura ilusão,
Veste branco, virginal floreal, pálida e lúcida, esconde que é rara,
Pois ninfa, em pleno cio, sabe o que quer e precisa, sempre em tesão,
E sugestiva ela atrai olhos e mentes de machos e fêmeas, mostra sua tara.

Por dentro do branco repousa a pele excitada, os pelos da buceta,
Cabelos no rego e junto do cú, se mesclam fluídos e sudoreses,
Ela sabe chamar um corpo tesudo e, como ninguém, aplicar-lhe punheta.

Sabe também, como poucas, conduzir um pau duro nela infalível,
Que penetra triunfante seu corpo adentro, antítese de asceses,
Supremo instrumento de intenso prazer, pulsando imbatível.


3 comentários:

  1. Que bela mulher... Faz tempo que não falo contigo, mas meu desejo por ti sempre está presente. Seu corpo, escultura dos Deuses, desperta em mim desejos únicos.
    Como faço para entrar em contato? Não te acho mais em skype, chat.... Meu email:lobosp_1970@hotmail.com

    ResponderExcluir
  2. Tudo lindo, mas a cor dos mamilos é demais. Adorava chupá-los.

    ResponderExcluir